quarta-feira, 24 de junho de 2026

Poesia - No tempo da datilografia

  No tempo da datilografia 


Olha eu parei pra pensar 

E  vi tanta nostalgia 

Lembrar que não faz muito tempo 

Que nossa máquina de escrever 

Era datilografia 


Passava tempo escrevendo 

Procurando não errar 

Por que se caso errasse 

Não tinha como apagar 


O pior de tudo isso 

Era pra finalizar

Já na última linha

Torcendo para acabar 

Em um descuido ferrenho 

Uma letra fui errar

Aí tudo tava perdido 

De novo recomeçar.


Celestino Fonseca 

Palhano 13 de setembro 2025

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Joaquim Miguel

 Joaquim Miguel Em Vinte e quatro de junho De dois mil e vinte e três Partiu para eternidade Aquele que muito fez Pelo povo de Palhano  Com ...