sexta-feira, 22 de maio de 2026

Poesia - Na casa de meus pais

 Na casa de meus pais


Aí que lembrança tão boa 

Voltar a casa dos pais

Cada canto uma lembrança 

Cada lembrança a lágrima cai 


O quarto em que eu dormia

Ainda está do mesmo jeito 

Na cozinha o fogão velho

Ainda lembro os gravetos

Que mãe mandava pegar

Não é que eu ia sem jeito 


E na janela da frente 

Ainda sinto até o frescor

Das tardes tão ventiladas

Tardes de tanto amor

Em que a paz reinava sempre 

Regada de paz e amor


No quarto o armador

Olho e fico a lembrar 

O balançado da rede 

Rangindo no lá e cá 

E eu fico só pensando 

Aqui que saudade que dá 


As árvores bailando a frente

No constante balançar 

O vento bate no rosto

E eu profundo a respirar

Saudade que boa e doi

Eu acho que vou chorar.


Fonseca CELESTINO

Barbada Palhano Ceará 09/09/2025 


Comemorações do dia

 Dia Internacional da Biodiversida

Aniversário do município de Itaboraí, Rio de Janeiro

Aniversário do município de Brasilândia de Minas, Minas Gerais

Aniversário do município de Pacajus, Ceará

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Copa Junina do Cumpadi Mateus Sobrinho

 



Poesia - Nunca deixe de tentar

 Nunca deixe de tentar


Por mais que seja difícil

E duro de enfrentar

Caiu, bateu se levante

Com forças pra continuar

Não se entregue ao destino

Nunca deixe de tentar.


Por mais que a estrada longa

Só de olhar vai cansar

Do lado olhe a paisagem

Que belo de apreciar

Fixe o olhar pra frente

Nunca deixe de tentar


Por mais longa seja a noite

Não vá se desesperar

Lembre se que ao amanhecer

Um lindo sol vai brilhar

Insista, persista, não desista

Nunca deixe de tentar.


Celestino Fonseca

Palhano - 27/06/23


Comemorações do dia

Dia Mundial para o Desenvolvimento Cultural

Dia da Língua Nacional

Dia do Profissional de Letras

Dia do Afilhado

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Poesia - No tempo da Datilografia

  No tempo da datilografia 


Olha eu parei pra pensar 

E  vi tanta nostalgia 

Lembrar que não faz muito tempo 

Que nossa máquina de escrever 

Era datilografia 


Passava tempo escrevendo 

Procurando não errar 

Por que se caso errasse 

Não tinha como apagar 


O pior de tudo isso 

Era pra finalizar

Já na última linha

Torcendo para acabar 

Em um descuido ferrenho 

Uma letra fui errar

Aí tudo tava perdido 

De novo recomeçar.


Celestino Fonseca 

Palhano 13 de setembro 2025

Comemorações do dia

 20 de maio


Dia Mundial das Abelhas

Dia Nacional do Pedagogo.

Poesia - Na casa de meus pais

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