sábado, 23 de maio de 2026

Poesia na minha casa

Na minha casa


A tarde cai e agente 

Se junta pra conversar 

Eu meu pai minha mãe 

E amigos do meu lugar

E a prosa rende até tarde

Na hora de se deitar 


Histórias sérias outras não 

Difícil de acreditar 

Outras assustadoras

Que faz até me assombrar 

Fazem até perder o sono 

Na hora de me deitar 


Celestino Fonseca

Barbada 23 de fevereiro de 2025


 


 


 


Comemorações do dia

 Dia Europeu dos Parques Naturais

Dia do Mecânico Aeronáutico

Dia Mundial da Esquizofrenia

Dia da Visibilidade Pan

Dia do Coração Aquecido

Dia Nacional do Milho

Dia Nacional do Café

Dia da Infantaria

Dia do Telegrafista

Dia do Digitador

Dia do Vestibulando

1ª Romaria do terço dos homens a Diocese de Quixadá


 

Poesia - A beleza da natureza

 A beleza da natureza 


Eu me encantou de mais com a natureza 

E não canso de olhar tanta beleza 

Logo o  cedo o brilho, o encanto do rei sol 

Que nos enche de cor e energia 

Juntamente com o som da passarada 

Alegrando o nosso raiar do dia


Flores abrem com o chegar do sol

E no arrebol os cheiros vão chegando 

Perfumando mais um belo dia nosso 

E a lua já vem nos abraçando 


Chega noite e a beleza continua 

Vem a lua e eternos namorados

Abraçados trocam jura de amor

Que beleza, sou eterno apaixonado.


Celestino Fonseca 

Barbada 15 de setembro 2025

Comemoraçoes do dia


Dia Mundial da Tartaruga

Dia da Juventude Constitucionalista

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Poesia - Na casa de meus pais

 Na casa de meus pais


Aí que lembrança tão boa 

Voltar a casa dos pais

Cada canto uma lembrança 

Cada lembrança a lágrima cai 


O quarto em que eu dormia

Ainda está do mesmo jeito 

Na cozinha o fogão velho

Ainda lembro os gravetos

Que mãe mandava pegar

Não é que eu ia sem jeito 


E na janela da frente 

Ainda sinto até o frescor

Das tardes tão ventiladas

Tardes de tanto amor

Em que a paz reinava sempre 

Regada de paz e amor


No quarto o armador

Olho e fico a lembrar 

O balançado da rede 

Rangindo no lá e cá 

E eu fico só pensando 

Aqui que saudade que dá 


As árvores bailando a frente

No constante balançar 

O vento bate no rosto

E eu profundo a respirar

Saudade que boa e doi

Eu acho que vou chorar.


Fonseca CELESTINO

Barbada Palhano Ceará 09/09/2025 


Comemorações do dia

 Dia Internacional da Biodiversida

Aniversário do município de Itaboraí, Rio de Janeiro

Aniversário do município de Brasilândia de Minas, Minas Gerais

Aniversário do município de Pacajus, Ceará

Poesia na minha casa

Na minha casa A tarde cai e agente  Se junta pra conversar  Eu meu pai minha mãe  E amigos do meu lugar E a prosa rende até tarde Na hora de...