No tempo da datilografia
Olha eu parei pra pensar
E vi tanta nostalgia
Lembrar que não faz muito tempo
Que nossa máquina de escrever
Era datilografia
Passava tempo escrevendo
Procurando não errar
Por que se caso errasse
Não tinha como apagar
O pior de tudo isso
Era pra finalizar
Já na última linha
Torcendo para acabar
Em um descuido ferrenho
Uma letra fui errar
Aí tudo tava perdido
De novo recomeçar.
Celestino Fonseca
Palhano 13 de setembro 2025
























