Eu sou do tempo
Eu sou do tempo que a bolsa da escola
Era um saco plástico
Em que as carteiras eram quatro eu acho
Sentado ao lado e eu assino em baixo.
Eu sou do tempo que a minha arma
Era baladeira, divertia-se as pampas
Nessa brincadeiras, eramos felizes
De qualquer maneira.
Eu sou do tempo em que o pincel
Era mesmo um giz mas o professor
Era mais feliz, e nos os alunos
Sabia respeitar
Eu sou do tempo lá da palmatória
Não tinha desrespeito como tem agora
E os nossos mestres sabiamos respeitar
Celestino Fonseca
Barbada
20/08/2023
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