segunda-feira, 6 de julho de 2026

Poesia - A chuva

 A chuva


A chuva bate copiosamente no telhado

E eu deitado na minha rede a sentir

Os seus pingos, o seu cheiro, sua cor

Vira flor a semente a se abrir.


E o perfume misturado a seu cheiro

Na primeira pétala a se abrir

Tem a marca do perfume primeiro

Quase chego o seu corpo sentir


E a lembrança mistura com a saudade

Vejo uma lágrima dos meus olhos cair

Vem a chuva e lava minhas lágrimas

E a saudade não deixa de existir.


Celestino Fonseca

Barbada - 19/03/2023






Nenhum comentário:

Postar um comentário

Poesia - A chuva

 A chuva A chuva bate copiosamente no telhado E eu deitado na minha rede a sentir Os seus pingos, o seu cheiro, sua cor Vira flor a semente ...