domingo, 26 de abril de 2026

Poesia. Estrada velha

 Estrada velha


Estrada velha eu me lembro

Por quantas vezes andei

Nas curvas em que passava

O cheiro que eu busquei

Gostoso cheiro de mato

Por muitas vezes passei.


Estrada velha eu me lembro

Dos altos que eu subi

Voltando pelo mesmo canto

Descidas que eu desci

Por medo, ou por vergonha

Muitas vezes me escondi


Cortei por muitas veredas

Estradas estou aqui

Estrada velha eu me lembro

Do tempo bom que vivi


Estrada velha hoje estás

Praticamente abandonada 

Mas foi ultil e tens beleza

A pouco tempo passado

Estrada velha sou por ti

Um eterno apaixonado.


Celestino Fonseca

Palhano 17/07/23


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