quarta-feira, 2 de março de 2022

PARA REFLETIR

Coragem

 

Que você tenha de tudo um pouco: Sensibilidade Para não ficar indiferente diante das belezas da vida.

Coragem Para colocar a timidez de lado e poder realizar o que tem vontade.

Solidariedade Para não ficar neutro diante do sofrimento da humanidade.

Bondade Para não desviar os olhos de quem te pede uma ajuda.

Tranqüilidade  Para quando chegar ao fim do dia, poder deitar e dormir o sono dos anjos.

Alegria Para você distribuí-la, colocando um sorriso no rosto de alguém.

 

Acreditar

 Acreditar

Celestino Fonseca

 

Por mais que o tempo não deixe

Que a vida lhe der rasteira

Não pense em desanimar

Busque os bons pensamentos

Nem pense em desalento

Melhor é acreditar.

 

Por mais que o medo lhe tome

Segure-se pelo seu nome

E busque se animar

A tudo fique atento

Lembre-se a todo momento

Melhor é acreditar.

 

Se a noite tá mais escura

Por mais que a noite dure

É certo o sol vai brilhar,

E amanhã é novo dia

Que virá com alegria

É só se acreditar.

 

Autor: Celestino Fonseca

26 de junho de 2018

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Lembrando meu tempo

 Lembrando meu tempo


Eu sou do tempo que soltava pi

bola de meia eu também jogav

brincar de bila era o passa temp

de mao em mão nos comprimentávamos


Eu sou do tempo da poeira na estra

vir pra cidade em um caminhã

curtir a feira dia de doming

Beber um caldo melando no pão


Eu sou do tempo do banho de r

curti o frio depois almoça

dormir um sono depois do almoç

cair no poço era bom brincar


Eu sou do tempo do Deus te abenç

pois os mais velhos a me abençoa

era o costume que tinhamos na époc

era uma forma de se  respeitar


eu sou do tempo do forró pesa

era suado pra se aguenta

começava cedo com aquela companhi

Só terminava quando o sol raiar


Celestino Fonse

27/09/2









1ca.ardo aroe.orio.ooda.oapao Fonseca

27/09/21









sábado, 3 de abril de 2021

Três de abril de 2021

 Três de abril de 2021


Que dia triste foi esse

Perdemos nosso gestor

e a nível estadual

nosso ex governador

na esfera da União

o nosso grande cantor.


Dinho partiu muito jovem

sendo que aqui deixou

o município em luto

a chorar tamanha dor.


O grande Adauto Bezerra

que ao criador retornou

que por muitos anos foi

o nosso governador.


Na esfera nacional

perdemos o grande cantor

grande Agnaldo Timóteo

que neste dia nos deixou.


Perdemos aqui pra terra

mas foi o céu que ganhou

ganhou uma grande voz

um amigo, um lutador.

e aqui ficamos nós

a chorar tamanha dor.


Celestino Fonseca

03/04/2021

18:00hs.


terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Pensamento do dia

 "A única forma de multiplicar a felicidade é dividi-la com alguém."

Para refletir - Rancor

Nesta vida deveremos buscar a evolução espiritual de diversas maneiras. Uma delas é eliminando sentimentos negativos que não contribuem em nada para o nosso dia-a-dia e que, pelo contrário, só atrasam nossa vida.

 

Um destes sentimentos é o rancor. O rancor é, na verdade, o “ódio encubado” no coração, ou seja, um ódio “longa vida”.

 

A melhor maneira de eliminar este sentimento é o perdão verdadeiro, do fundo de nossa alma.

 

Se você não tiver coragem de perdoar frente a frente àquela pessoa que lhe trouxe tantos problemas e rancores, pelo menos mentalize positivamente o perdão a ela. Quando isto acontecer, você estará tirando um grande peso de suas costas.

 

Vá em frente, acredite em você e em seu talento para viver a vida em harmonia e paz.

 

 

 

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Família da Paraíba reconhece motorista que procura parentes há 27 anos no Ceará

Fotografias de álbum de família enviadas ao G1 revelam se tratar da mesma criança resgatada em Fortaleza. Família paraibana diz que, se for preciso, está disposta a fazer exame de DNA.

Por Melquíades Júnior, G1 CE

Uma família da Paraíba afirma ser a do motorista Carlos da Silva, que mora no Ceará e procura há 27 anos os parentes. O rapaz diz não ter dúvidas de que agora encontrou sua verdadeira mãe, e os familiares afirmam ter imagens e documentos de Carlos ainda criança. Fotografias de álbum de família enviadas ao G1 revelam se tratar da mesma criança resgatada em Fortaleza.

 

O motorista fugiu de casa ainda criança, entrou em um ônibus, dormiu e veio parar no Ceará, onde mora atualmente. A família paraibana diz que, se for preciso, está disposta a fazer exame de DNA.

 

"Mesmo a gente já tendo certeza em nossos corações”, afirmou Dielma da Silva, que se apresentou como irmã de Carlos.

 

Uma mulher chamada Josiane da Silva, de 49 anos, já procurava o filho, que sumiu de casa aos oito anos de idade. À época, o menino era agredido e torturado pelo pai. O menino sumiu e ela espalhou fotos pela cidade de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa (PB).

 

“Eu procurei tanto, saía pelas ruas com foto, mostrando meu filho, se alguém tinha visto, e ninguém sabia. Nunca pensei que meu filho estivesse morto. Sempre achei que ele estava vivo em algum lugar. Mãe sente", disse.

 

A repercussão da matéria publicada no G1 em que Carlos foi enganado por três dias por um homem que dizia ser seu irmão chegou até Josinaldo da Silva, irmão de Josiane. “Minha irmã, acharam seu filho”, ele à paraibana.

 

A foto da matéria mostrava o mesmo menino do álbum de família de casa. "Carlinhos fugiu num dia em que seu pai queria bater, no dia seguinte foi visto pelas ruas de Santa Rita, e depois nunca mais se teve notícia", contou.

 

Na noite de ontem, ao saber da história, mas principalmente ter acesso a fotos de infância, Carlos e seu pai adotivo, Bernardo Rosemeyer, disseram não ter dúvida de que se trata da verdadeira família do Carlos.

 

“Essa foto é ele mesmo. É meu filho. Ele encontrou a mãe”, concluiu o pai Bernardo, um ex-frei alemão que fundou em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, a Associação O Pequeno Nazareno, que acolhe crianças e adolescentes com extrema vulnerabilidade social, abandonados ou destituídos do poder familiar.

 

Antônio Carlos imprimiu dois mil panfletos para tentar encontra a mãe — Foto: Arquivo pessoal

Antônio Carlos imprimiu dois mil panfletos para tentar encontra a mãe — Foto: Arquivo pessoal

 

 

Enganado por falso irmão

Carlos da Silva não sabia onde morava, mas sempre lembrou do nome da mãe, de um dos irmãos e um tio. O motorista fez buscas pela família e, com ajuda de amigos, espalhou panfletos com “procuro minha mãe”, até ser localizado por um rapaz que disse ser seu irmão.

 

Por três dias, Carlos foi enganado, até que o suposto irmão foi desmascarado. O caso ganhou ainda mais repercussão, e cresceu a rede de apoio ao motorista que há 27 anos não vê a mãe.

 

Patrícia Vieira, esposa do tio Josinaldo da Silva, leu a matéria pelo celular, e ao ver a foto mostrou para Josiane, a mãe que perdeu o filho para o mundo.

 

Ela lembra que, quando o filho sumiu, estava em poder do pai, que tinha tomado as crianças dela. A mulher perdeu o emprego e foi viver nas ruas de Santa Rita.

 

"Primeiro, ele tomou os dois meninos, o Carlos e o Diego. E eu fiquei com Dielma e Crislene. Depois ele veio tomar as meninas, que se eu não desse me matava. Depois eu consegui eles de volta. E eu dizia que antes de morrer eu encontrava meu filho. E Deus me deu essa alegria”, comemorou Josiane da Silva, mãe de Carlos.

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