quinta-feira, 2 de julho de 2020

Auxílio Emergencial: termina hoje prazo de cadastramento para receber benefício


O prazo foi mantido mesmo após o governo anunciar a prorrogação do benefício para mais duas parcelas.
Por G1

Termina nesta quinta-feira (2) o prazo para o trabalhador se inscrever para receber o Auxílio Emergencial. Depois desta data, segundo a Caixa Econômica Federal, o site e o aplicativo serão utilizados apenas para acompanhamento do resultado da análise e informações sobre os crédito das parcelas, bem como para registro de contestações ou novas solicitações nos casos em que o motivo da não habilitação permitir.

De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, a partir de sexta-feira (3), o cadastramento estará fechado.

"A partir desse dia, o cadastramento estará fechado e todas as pessoas que estão em análise pela Dataprev terão uma resposta. Todas as pessoas que se cadastrarem e forem validadas receberão todas as parcelas. Mesmo que sejam aprovadas lá pro meio de julho, receberão as três parcelas", disse na semana passada durante o anúncio do calendário da terceira parcela.
De acordo com o Ministério da Cidadania, será possível contestar a recusa do pedido após esse prazo. No entanto, a assessoria não informou qual é a data limite.

"Todas as pessoas que forem aprovadas pela Dataprev e pelo Ministério da Cidadania receberão todas as parcelas, mesmo que realizem o cadastramento em 2 de julho", informou o ministério em nota.


Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial
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O prazo foi mantido mesmo após o governo anunciar a prorrogação do benefício para mais duas parcelas. O pagamento deverá ser feito da seguinte forma, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes:

R$ 500 no início do mês;
R$ 100 no fim do mês;
R$ 300 no início do mês;
R$ 300 no fim do mês.
Bolsonaro prorroga auxílio emergencial por dois meses; Miriam Leitão analisa
Bolsonaro prorroga auxílio emergencial por dois meses; Miriam Leitão analisa

Como eu me cadastro?
O cadastro deve ser feito pelo site ou pelo aplicativo disponibilizados pela Caixa Econômica Federal.

Veja passo a passo para pedir o auxílio
Clique aqui para fazer a inscrição pelo site: https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio
Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.auxilio
Clique aqui para baixar o aplicativo para iOS (celulares Apple): https://apps.apple.com/br/app/caixa-aux%C3%ADlio-emergencial/id1506494331
A população mais vulnerável, sem acesso a meios digitais, que ainda não conseguiu solicitar o Auxílio Emergencial, pode ir a uma agência dos Correios para fazer o cadastramento, que será feito gratuitamente por funcionários da empesa.

Com o intuito de evitar aglomerações, foi estabelecido um calendário para a solicitação do cadastro do Auxílio Emergencial nas agências dos Correios, conforme o mês de nascimento do cidadão:

Segunda-feira: nascidos em janeiro e fevereiro;
Terça-feira: nascidos em março e abril;
Quarta-feira: nascidos em maio e junho;
Quinta-feira: nascidos em julho, agosto e setembro;
Sexta-feira: nascidos em outubro, novembro e dezembro.
Na página dos Correios, no sistema Busca Agência, é possível obter informações sobre as unidades abertas ao público. A grande maioria dos pontos de atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

Para pedir o cadastramento numa agência dos Correios, o interessado deve apresentar os seguintes documentos:

Identificação oficial com foto, em que conste também o nome da mãe do beneficiário;
Cadastro de Pessoa Física (CPF) do usuário e dos membros da família que dependem da renda do titular e dados bancários ou documento de identificação (RG, CNH, passaporte, CTPS, RNE ou CIE) para solicitar abertura de Conta Social Digital, em nome do titular.
Quem tem direito?
Será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra todos estes requisitos:

ser maior de 18 anos de idade com CPF regularizado;
não ter emprego formal;
não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família;
ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135);
que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.
O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento desses requisitos.

E, para conseguir o auxílio, o trabalhador deve exercer atividade na condição de:

microempreendedor individual (MEI)
contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria
trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado
intermitente inativo
ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima por meio de autodeclaração
O programa estabelece ainda que somente duas pessoas da mesma família poderão receber o auxílio emergencial. Para quem recebe o Bolsa Família, o programa poderá ser substituído temporariamente pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa.

A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

Se, durante este período de três meses, o beneficiário do auxílio emergencial for contratado no regime CLT ou se a renda familiar ultrapassar o limite durante o período de pagamento, ele deixará de receber o auxílio.

Terceira parcela
O governo divulgou no dia 25 de junho o calendário de pagamentos da terceira parcela do auxílio emergencial de R$ 600.

Também foi divulgado o calendário de pagamento da segunda parcela para os aprovados do segundo lote – aqueles que receberam a primeira parcela entre os dias 16 e 29 de maio - e da primeira parcela do benefício a 1,1 milhão de novos aprovados.

A segunda parcela para os aprovados do terceiro lote (que receberam a primeira entre os dias 16 e 17 de junho) ainda não tem data definida.

Até 4 de julho, o dinheiro será depositado nas contas da poupança social digital para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. As transferências e os saques em dinheiro a partir dessas contas começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro.

Aniversariantes do dia


Afonso Cardoso
Marcos Vinicius
Paula Santos
Francisco Vidal
Alairton Figueiredo
Cosma Nunes
Parabéns! Felicidades.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Pensamento do dia


"É na idade da ambição que se prova
a têmpera dos homens."

Para refletir - A árvore gigantesca


Um carpinteiro e seus auxiliares viajavam pela província de Qi, em busca de  material para construções. Viram uma árvore gigantesca; cinco homens de mãos  dadas não conseguiam abraçá-la; e seu topo era tão alto que quase tocava as  nuvens.

Não vamos perder nosso tempo com esta árvore - disse o mestre carpinteiro. -  Para cortá-la, demoraremos muito. Se quisermos fazer um barco, ele afundará -  de tão pesado. Se resolvermos usá-la para a estrutura de um teto, as paredes  terão que ser exageradamente resistentes.

O grupo seguiu adiante. Um dos aprendizes comentou:
-É uma árvore tão grande e não serve para nada!

-Você está enganado – disse o mestre carpinteiro. Ela apenas seguiu seu  destino a sua maneira. Se fosse igual às outras, nós já a teríamos cortado.

Mas  porque teve coragem de ser diferente, permanecerá viva e forte por muito  tempo.

Bom dia!!
                 

PIB do Ceará cai 4,65% no primeiro trimestre de 2020


Queda foi puxada pela indústria (-9,8%), mas todos os setores apresentação retração.
Por Ingrid Coelho, G1 CE

O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará apresentou retração de 4,65% no primeiro trimestre de 2020 na comparação com os últimos três meses de 2019, conforme divulgou na tarde desta terça-feira (30) o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). Na comparação com os primeiros três meses de 2019 a queda da atividade cearense foi de 0,4%.

Na avaliação do coordenador de Contas Regionais do Ipece, Nicolino Trompieri, a forte queda na passagem do último trimestre de 2019 para o primeiro trimestre de 2020 -- este último afetado pela pandemia do coronavírus -- também está ligada ao "efeito base".

"A gente teve mais gordura pra queimar. Como a gente tinha essa gordura a mais, a queda foi bem mais significativa [que o resultado do Brasil]".

Na comparação com o quarto trimestre de 2019, todos os setores apresentaram retração. Novamente a maior queda foi na Indústria (-9,8%), seguida pela agropecuária (-9,10%). O setor de serviços apresentou queda de 3,07%.

A principal baixa na comparação com o primeiro trimestre de 2019 foi observada na Indústria, que apresentou baixa de 0,81% no primeiro trimestre de 2020. A Agropecuária foi o único a apresentar resultado positivo: crescimento de 0,66%.

Sobre a Agropecuária, a analista do Ipece Cristina Lima, observa que a atividade no primeiro trimestre é fortemente influenciada pela pecuária. "As atividades relacionadas à produção de leite, ovos e bovinos obtiveram crescimento, embora menos acelerado ante os trimestres anteriores".


Indústria
O analista Wítalo Lima explica que o impacto observado na indústria no período lembra os efeitos sentidos pelo setor durante a greve dos caminhoneiros. "A atividade de transformação é o principal segmento da nossa indústria e ela sente o efeito direto da pandemia, já que o Estado interrompeu a produção. É diferente do comércio, que pôde operar por meio de delivery. A indústria não tem essa característica".

Em relação ao setor se Serviços, o também analista do instituto, Alexsander Lira, destaca que o resultado negativo do comércio é explicado, em parte, pelas medidas restritivas adotadas, mas também por já estar apresentando problemas nos primeiros dois meses do ano.

"A gente não pode esquecer que em março foi realmente uma queda expressiva, apenas o segmento de alimentos apresentou resultado positivo na última Pesquisa Mensal do Comércio", pontua. "O comércio representa em torno de 20% do setor de Serviços, então ele é o fator determinante da queda observada no trimestre", analisa Alexsandre. A atividade do comércio apresentou queda de 1,14% no período ante o primeiro trimestre de 2019.


Bolsonaro prorroga Auxílio Emergencial por dois meses


Decreto foi publicado no Diário Oficial da União na madrugada desta quarta-feira (1º)
Por G1
O presidente Jair Bolsonaro prorrogou por mais dois meses o Auxílio Emergencial, destinado a trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família. O decreto 10.412 foi publicado na edição desta quarta-feira (1º) do Diário Oficial da União (DOU).
Na terça (30), o ministro da Economia, Paulo Guedes, antecipou a prorrogação da ajuda do governo. Segundo Guedes, a proposta era que fossem pagas mais quatro parcelas em dois meses, que somarão R$ 600 por mês, totalizando R$ 1,2 mil.
O pagamento deverá ser feito da seguinte forma, segundo o ministro:
R$ 500 no início do mês;
R$ 100 no fim do mês;
R$ 300 no início do mês;
R$ 300 no fim do mês.
O decreto, no entanto, não especifica se será essa a fórmula antecipada pelo ministro ou simplesmente se o governo irá pagar duas parcelas de R$ 600.
O anúncio foi feito em uma cerimônia no Palácio do Planalto, da qual participaram o presidente Jair Bolsonaro, ministros do governo, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), além de parlamentares e convidados (saiba mais abaixo como foram os discursos).
Na cerimônia, Bolsonaro assinou um decreto sobre a prorrogação do pagamento.
Após o evento, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse que o cronograma de pagamento das novas parcelas ainda será divulgado. Segundo ele, o calendário está pronto, mas falta autorização do ministro Paulo Guedes para ser anunciado.
Auxílio emergencial
O Auxílio Emergencial foi criado em abril, por meio de uma lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada por Bolsonaro. A previsão inicial era que o auxílio fosse pago por três meses, mas a lei deu a possibilidade de prorrogação do benefício.
O texto enviado pelo governo ao Congresso previa que o auxílio fosse de R$ 200, mas o texto aprovado pelo Congresso passou o valor da parcela para R$ 600.
Prorrogação
Na semana passada, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo na qual disse que a "ideia" do governo era pagar mais três parcelas do auxílio (R$ 500, R$ 400 e R$ 300). No Congresso, porém, parlamentares vinham defendendo manter o valor de R$ 600 e pagar mais duas parcelas.

Mais cedo, nesta terça, a colunista do G1 e da GloboNews Ana Flor informou que o governo havia decidido aceitar a proposta do Congresso e pagar mais duas parcelas, de R$ 600 cada (veja os detalhes no vídeo abaixo).

Segundo o Ministério da Economia, cada parcela do auxílio custa por mês cerca de R$ 50 bilhões.

De acordo com Paulo Guedes, o programa já beneficiou 60 milhões de pessoas. O ministro afirmou ainda que os dados mostram que o "fundo do poço" da crise econômica provocada pela pandemia foi no mês de abril.


ANIVERSARIANTES DO DIA


Raimunda Ferreira
Carlos Silva
Dayanne Castro
Regilândia Silva
Adriele Gomes
Salete Assis Amaral
Walmor Mateus
Claudemir Santos
Joao Ramiro
PARABÉNS! FELIZ ANIVERSÁRIO.

Missa Dominical - Procissão de entrada