sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Independencia do Brasil

Independência do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.











Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política do território brasileiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), no início do século XIX, e a instituição do Império do Brasil (1822-1889), no mesmo ano. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente do Brasil, então D. Pedro de Alcântara de Bragança (futuro imperador Dom Pedro I do Brasil), terá bradado perante a sua comitiva: "Independência ou Morte!". Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores em nossos dias.
A moderna historiografia em história do Brasil remete o início do processo de independência à transferência da corte portuguesa para o Brasil, no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.
No dia 7 de setembro de 2012 o Google celebrou com um Doodle a Independência do Brasil.[1]

A transferência da corte portuguesa para o Brasil (1807-1821)
















A partir de 15 de julho de 1799, o Príncipe do Brasil, D. João Maria de Bragança, tornou-se Príncipe-regente de Portugal, pois sua mãe, a Rainha D. Maria I, foi declarada louca pelos médicos. Os acontecimentos na Europa, onde Napoleão Bonaparte se afirmava, sucederam-se com velocidade crescente.
Desde 1801 que se considerava a ideia da transferência da corte portuguesa para o Brasil. As facções no governo português, entretanto, se dividiam:
  • a facção anglófila, partidária de uma política de preservação do Império Colonial Português e do próprio Reino, através do mar, apoiados na antiga aliança Luso-Britânica; e
  • a facção francófila, que considerava que a neutralidade só poderia ser obtida através de uma política de aproximação com a França.
Ambas eram apoiadas pelas lojas maçônicas quer de origem inglesa, quer de origem francesa. Considere-se ainda que as ideias iluministas francesas circulavam clandestinamente em livros, cada vez mais abundantes.
A decretação do Bloqueio Continental em Berlim (1806) tornou mais difícil a neutralidade Portuguesa. Em 1807, o Tratado de Fontainebleau dividiu arbitrariamente Portugal em três reinos. Desde Outubro desse ano, Jean-Andoche Junot, antigo embaixador francês em Lisboa, preparava-se para invadir Portugal. Foi nesse contexto que D. João pactuou com a Grã-Bretanha a transferência do governo para o Rio de Janeiro, sob a proteção dos últimos.
Com a invasão francesa de Portugal em progresso, a 29 de novembro de 1807 iniciou-se a viagem da Família Real e da Corte Portuguesa. Dezoito navios de guerra portugueses e treze ingleses escoltaram mais de vinte e cinco navios mercantes de Lisboa até à costa do Brasil. A bordo seguiam mais de quinze mil portugueses. O Reino ficava a ser governado por uma Junta de Regência que Junot logo dissolveu.
Com a presença da Família Real Portuguesa no Brasil a partir de 1808, registrou-se o que alguns historiadores brasileiros denominam de "inversão metropolitana", ou seja, o aparelho de Estado Português passou a operar a partir do Brasil, que desse modo deixou de ser uma "colônia" e assumiu efetivamente as funções de metrópole.

A Revolução liberal do Porto (1820)

O passo seguinte, que conduziu à independência do Brasil, ocorreu com a eclosão da Revolução liberal do Porto (24 de agosto de 1820), que impôs o regresso de D. João VI a seu país, visando forçar o retorno do chamado Pacto Colonial. A notícia do movimento chegou ao Rio de Janeiro em 12 de outubro, causando intensa comoção.

Reflexos no Pará

As Cortes portuguesas em 1822.
O movimento liberal do Porto já havia sido acolhido com entusiasmo na Ilha da Madeira e no arquipélago dos Açores quando a notícia chegou, a 1 de dezembro, a Belém do Pará. Como a província estava entregue a uma Junta interina, essa circunstância facilitou um pronunciamento de apoio entusiástico à causa constitucional. A bordo da mesma embarcação que trouxe a notícia, as Novas Amazonas, veio o estudante Filipe Patroni, que desafrontado e ardente, "logo alcançou o concurso dos chefes militares, coronéis João Pereira Vilaça e Francisco José Rodrigues Barata"[carece de fontes]. Este último, no dia 1 de janeiro de 1821, em nome do povo e da tropa proclamou a Constituição que iria ser elaborada pelas Cortes portuguesas. Desse modo, foi eleita por aclamação uma Junta Constitucional provisória de nove membros, dando-se comunicação ao Rio de Janeiro. Filipe Patroni e Domingos Simões Cunha foram eleitos procuradores da província e encarregados de representar, perante as Cortes e a Junta Suprema, os interesses da Província do Pará.[carece de fontes]

Reflexos na província da Bahia

Incitada por Cipriano José Barata de Almeida e José Lino Coutinho, um levante registrou-se na Bahia a 21 de fevereiro de 1821. O presidente da província, o conde da Palma, ordenou ao marechal Felisberto Caldeira Brant Pontes, inspetor das tropas, que reunisse as tropas fiéis. Desse modo, enfrentou os rebeldes com apenas cento e sessenta homens, pois a maior parte da tropa o abandonara. Não houve meio de os demover de constituir na Bahia uma Junta Constitucional Provisória, a exemplo de Belém, pela qual se manifestasse completa obediência às Cortes de Lisboa, jurando-se desde logo a Constituição. Palma cedeu, propondo ele mesmo os nomes das pessoas que formariam a Junta. E a Junta foi mais longe, dirigindo-se a Lisboa como se tal governo fosse já o único legítimo da monarquia e pedindo tropas portuguesas. Foram-lhe enviados 1.184 homens, a chamada Legião Constitucional Lusitana. A Junta nomeou ainda o marechal Luís Paulino de Oliveira Pinto de França para o cargo de Governador das Armas e o coronel Inácio Luís Madeira de Melo para o de inspetor das tropas, uma vez que Caldeira Brant acompanhara o conde da Palma ao Rio de Janeiro.

Reflexos na província de Pernambuco

O presidente da província de Pernambuco, Luís do Rego Barreto, tinha um cenário difícil desde a Revolução de 1817, pois a terra ainda gemia com o "depravado e estúrdio despotismo", como refere Rocha Pombo em sua História do Brasil. Animado com as mensagens de Lisboa e a convite da Junta da Bahia, mas temeroso de desaforos, conservou toda a plenitude da autoridade e dirigiu um manifesto ao povo, expondo as bases da Constituição que iria ser promulgada e convocando eleitores de todas as paróquias. Os pernambucanos receberam com desconfiança as promessas e votaram com independência, elegendo as pessoas que lhes pareceram mais dignas, as quais "quase todas pertenciam mais ou menos ostensivamente aos vencidos de 1817".
A 29 de agosto de 1821 nomeou-se por aclamação uma Junta Provisional Temporária em Goiana, para contrabalançar outra, do partido português, em Recife. Mesmo pedindo reforços à Paraíba, Rego Barreto foi cercado, assinando a capitulação a 5 de outubro, junto à povoação do Beberibe.

Reflexos na província da Paraíba

A vitória dos pernambucanos ecoou na vizinha Paraíba, onde a 25 de outubro foi eleita uma Junta Governativa para administrar a província em nome da Constituição portuguesa.

Reflexos na província do Maranhão

A província do Maranhão era governada desde 1819 pelo marechal Bernardo da Silveira Pinto da Fonseca. Este, sem poder deixar de admitir a autoridade de um Conselho Consultivo, conseguiu transformar em farsa a eleição da Junta no dia 13 de abril, sendo ele próprio proclamado Governador provisório. Mandou, em seguida, deportar diversos patriotas, procedendo à eleição de dois deputados às Cortes de Lisboa. Posteriormente, no dia 15 de fevereiro de 1822 foi eleita uma Junta Provisória e o marechal embarcou de volta para Portugal.

A partida da família real

Pedro I do Brasil retratado por Simplício Rodrigues de Sá.
Pressionado pelo triunfo da revolução constitucionalista, o soberano retornou com a família real para Portugal, deixando como príncipe regente no Brasil o seu primogênito, D. Pedro de Alcântara.

As divergências

Não se pode compreender o processo de independência sem pensar no projeto recolonizador das Cortes portuguesas, a verdadeira origem da definição dos diversos grupos no Brasil. Embora o rompimento político com Portugal fosse o desejo da maioria dos brasileiros, havia muitas divergências. No movimento emancipacionista havia grupos sociais distintos: a aristocracia rural do Sudeste brasileiro, as camadas populares urbanas liberais radicais, e, por fim, a aristocracia rural do Norte e Nordeste, que defendiam o federalismo e até o separatismo.
A aristocracia rural do Sudeste, a mais poderosa, era conservadora, lutando pela independência, defendendo a unidade territorial, a escravidão e seus privilégios de classe. Os liberais radicais queriam a independência e a democratização da sociedade, mas seus chefes, Joaquim Gonçalves Ledo e José Clemente Pereira, permaneceram atrelados à aristocracia rural, sem revelar vocação revolucionária. A aristocracia rural do norte e nordeste enfrentava a forte resistência dos comerciantes e militares portugueses, Josué fortes no Pará, Maranhão e Bahia. Além disso, desconfiavam da política centralizadora de José Bonifácio.
O partido português no Brasil chamado por vezes de "os pés de chumbo", estava do lado das Cortes; o partido brasileiro e os liberais radicais eram contra elas, mas divergiam quanto aos objetivos. Para o partido brasileiro, o ideal era a criação de uma monarquia dual (Brasil e Portugal) para preservar a autonomia administrativa e a liberdade de comércio. Mas a intransigência das Cortes Portuguesas, que nada tinham de liberais, fez o partido inclinar-se pela emancipação, sem alterar a ordem social vigente e os seus privilégios adquiridos. Já os liberais radicais formavam um agrupamento quase revolucionário, bem próximo das camadas populares urbanas, sendo alguns de seus membros republicanos. No conjunto, tratava-se do grupo mais receptivo às mudanças mais profundas e democráticas da sociedade.
A concretização das aspirações de cada um desses agrupamentos era distinta. Os grandes proprietários rurais ligados ao partido brasileiro dispunham dos meios efetivos para a realização de seus objetivos. O anseio por um comércio livre de entraves mercantilistas encontrava apoio em forças internacionais, lideradas pela burguesia britânica. A sólida base econômica e social escravista garantia ainda os recursos materiais para resistir com êxito à provável ameaça recolonizadora de Lisboa.
Na disputa contra os conservadores, os radicais cometeram o erro de reduzir a questão à luta pela influência sobre o Príncipe Regente. Era inevitável que este preferisse os conservadores. Ademais, os conservadores encontraram em José Bonifácio de Andrada e Silva um líder bem preparado para dar à independência a forma que convinha às camadas dominantes.

O "Fico" e o "Cumpra-se"

José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência.
A situação do Brasil permaneceu indefinida durante o ano de 1821. Em 9 de dezembro, chegaram ao Rio de Janeiro os decretos das Cortes que determinavam a abolição da Regência e o imediato retorno de D. Pedro de Alcântara a Portugal, a obediência das províncias a Lisboa (e não mais ao Rio de Janeiro), a extinção dos tribunais do Rio de Janeiro. O Príncipe Regente começou a fazer os preparativos para o seu regresso, mas estava instaurada uma enorme inquietação. O partido brasileiro ficou alarmado com a recolonização e com a possibilidade de uma explosão revolucionária. A nova conjuntura favoreceu a polarização: de um lado o partido português e do outro, o partido brasileiro com os liberais radicais, que passaram a agir pela independência.
Sondado, o Príncipe Regente mostrou-se receptivo. Foram então enviados emissários às províncias de Minas Gerais e de São Paulo para obter a adesão à causa emancipacionista, com resultados positivos.
A decisão do príncipe de desafiar as Cortes decorreu de um amplo movimento, no qual se destacou José Bonifácio. Membro do governo provisório de São Paulo, escrevera em 24 de dezembro de 1821 uma carta a D. Pedro, na qual criticava a decisão das Cortes de Lisboa e chamava a atenção para o papel reservado ao Príncipe na crise. D. Pedro divulgou a carta, publicada na Gazeta do Rio de Janeiro de 8 de janeiro de 1822 com grande repercussão. Dez dias depois, chegou ao Rio uma comitiva paulista, integrada pelo próprio José Bonifácio, para entregar ao Príncipe a representação paulista. No mesmo dia, D. Pedro nomeou José Bonifácio ministro do Reino e dos Estrangeiros, cargo de forte significado simbólico: pela primeira vez na História o cargo era ocupado por um brasileiro.
No Rio de Janeiro também havia sido elaborada uma representação (com coleta de assinaturas) em que se pedia a permanência de D. Pedro de Alcântara no Brasil. O documento foi entregue ao Príncipe em 9 de janeiro de 1822 pelo Senado da Câmara do Rio de Janeiro. Em resposta, o Príncipe Regente decidiu desobedecer às ordens das Cortes e permanecer no Brasil, pronunciando a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto. Digam ao povo que fico!". O episódio tornou-se conhecido como "Dia do Fico".
D. Pedro ganhou forte apoio popular com a decisão do "Fico". Para resistir às ameaças de recolonização foi decretada, em 16 de fevereiro de 1822, a convocação de um Conselho de Procuradores Gerais das Províncias do Brasil. Teoricamente, este órgão tinha por finalidade auxiliar o Príncipe mas, na prática, tratava-se de uma manobra dos conservadores, liderados por José Bonifácio, contra os radicais, representados por Joaquim Gonçalves Ledo, um funcionário público para quem a preservação da unidade político-territorial do Brasil deveria ser feita convocando-se uma Assembléia Constituinte eleita pelo povo. A finalidade do Conselho era, na prática, a de manter a unidade sob controle do poder central e dos conservadores.
Dona Maria Leopoldina, como regente do Reino do Brasil, preside a reunião do Conselho em 2 de setembro de 1822.
Em maio, a cisão entre D. Pedro e as Cortes aprofundou-se: o Regente determinou que qualquer decreto das Cortes só poderia ser executado mediante o "Cumpra-se" assinado por ele, o que equivalia a conferir plena soberania ao Brasil. A medida teve imediato apoio: quando dos festejos pelo aniversário de João VI de Portugal, a 13 de maio, o Senado da Câmara do Rio de Janeiro pediu ao Príncipe Regente que aceitasse para si e para seus descendentes o título de "Defensor Perpétuo do Brasil".
Neste contexto, houve uma investida militar da Divisão Auxiliadora, unidade de linha do Exército Português estacionada na cidade do Rio de Janeiro, sob o comando do Tenente-general Jorge de Avilez, que acabou sendo expulso do Brasil com as suas tropas, após ter se confrontado com as tropas da Divisão Militar da Guarda Real de Polícia (embrião da atual Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro), leais a D. Pedro.
Os liberais radicais mantinham-se ativos: por iniciativa de Gonçalves Ledo, uma representação foi dirigida a D. Pedro para expor a conveniência de se convocar uma Assembléia Constituinte. O Príncipe decretou a convocação em 13 de junho de 1822. A pressão popular levaria a convocação adiante, dando continuidade ao processo.
José Bonifácio resistiu à ideia de convocar a Constituinte, mas foi obrigado a aceitá-la. Procurou descaracterizá-la, propondo a eleição indireta, que acabou prevalecendo contra a vontade dos liberais radicais, que defendiam a eleição direta. Embora os conservadores tenham obtido o controle da situação e o texto da convocação da Constituinte apresentasse declarações favoráveis à permanência da união entre Brasil e Portugal, as Cortes de Lisboa insistiam: o Príncipe Regente deveria retornar imediatamente.

A declaração de Independência

Independência do Brasil: óleo sobre tela por François-René Moreaux (Museu Imperial de Petrópolis). Foi executado em 1844, a pedido do Senado Imperial.
No final de agosto de 1822, D. Pedro deslocou-se à província de São Paulo para acalmar a situação depois de uma rebelião contra José Bonifácio. Apesar de ter servido de instrumento dos interesses da aristocracia rural, à qual convinha a solução monárquica para a independência, não se deve desprezar os seus próprios interesses. O Príncipe tinha formação absolutista e por isso se opusera à Revolução do Porto, de caráter liberal. Da mesma forma, a política recolonizadora das Cortes desagradou à opinião pública brasileira. E foi nisso que se baseou a aliança entre D. Pedro e o "partido brasileiro". Assim, embora a independência do Brasil possa ser vista, objetivamente, como obra da aristocracia rural, é preciso considerar que teve início como compromisso entre o conservadorismo da aristocracia rural e o absolutismo do Príncipe.
Monumento à independência, no Parque da Independência, em São Paulo, o local onde foi proclamada a independência do Brasil.
Em 7 de setembro, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".
Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", rompendo os laços de união política com Portugal.
Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro na capital.

A guerra da Independência

Príncipe Pedro (direita) ordena o oficial português Jorge Avilez (esquerda) retornar a Portugal após sua rebelião malsucedida. José Bonifácio (em roupas civis) pode ser visto ao lado do príncipe.
Consolidado o processo na região Sudeste do Brasil, a independência das demais regiões da América Portuguesa foi conquistada com relativa rapidez. Contribuiu para isso o apoio diplomático e financeiro da Grã-Bretanha. Sem um Exército e sem uma Marinha de Guerra, tornou-se necessário recrutar mercenários e oficiais estrangeiros para comandá-los, do mesmo modo que adquirir meios.
Desse modo, foi sufocada a resistência portuguesa na província da Bahia, na do Maranhão, na do Piauí e na do Pará.
O processo militar estava concluído já em 1823, restando encaminhar a negociação diplomática do reconhecimento da independência com as monarquias européias.

Consequências

FIAV historical.svg Bandeira do Império do Brasil durante o Primeiro Reinado.
À semelhança do processo de independência de outros países latino-americanos, o de independência do Brasil preservou o status quo das elites agroexportadoras, que conservaram e ampliaram os seus privilégios políticos, econômicos e sociais.
Ao contrário do ideário do Iluminismo, e do que desejava, por exemplo, José Bonifácio de Andrada e Silva, a escravidão foi mantida, assim como os latifúndios, a produção de gêneros primários voltada para a exportação e o modelo de governo monárquico.
O Brasil negociou com a Grã-Bretanha e aceitou pagar indenizações de 2 milhões de libras esterlinas a Portugal. A Grã-Bretanha saiu lucrando, tendo início o endividamento externo do Brasil. Quando D. João VI retornou a Lisboa, por ordem das Cortes, levou todo o dinheiro que podia — calcula-se que 50 milhões de cruzados, apesar de ter deixado no Brasil a sua prataria e a enorme biblioteca, com obras raras que compõem hoje o acervo da Biblioteca Nacional. Em conseqüência da leva deste dinheiro para Portugal, o Banco do Brasil, fundado por D. João ainda 1808, veio a falir em 1829.

Considerações historiográficas

“Independência ou Morte!”
— Pedro, regente do Brasil, futuro imperador do Brasil, 7 de setembro de 1822
1000 Réis de 1922.png1000 Réis de 1922 (verso).png
Moeda de 1000 réis de 1922 comemorando a independência.

A data comemorada oficialmente para a Independência do Brasil é 7 de setembro de 1822, dia em que, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, o Príncipe Regente D. Pedro, ao receber a correspondência da Corte, teria proclamado o chamado "grito da Independência", à frente da sua escolta: "Independência ou Morte!"
Outras datas consideradas historiograficamente para o evento, embora menos populares, são a data da coroação do Imperador (1 de dezembro de 1822) ou mesmo a do reconhecimento da Independência por Portugal e pela Grã-Bretanha (29 de agosto de 1825). À época, em 1822, a data tomada como marco da Independência foi o 12 de outubro, dia do aniversário de Pedro I e de sua aclamação como imperador, conforme registrado pela historiadora Maria de Lourdes Viana Lyra, titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e publicadas em 1995. A conclusão de seu estudo indica que o "grito" foi uma construção "a posteriori" e que acabou consolidado no quadro encomendado a Pedro Américo, produto da fértil imaginação do pintor, onde, entre outras incoerências, mostra D. Pedro cercado pela Guarda Imperial (os hoje chamados de Dragões da Independência), antes dele ser proclamado Imperador.[2].

Referências

Bibliografia

  • CALMON, Pedro. A Vida de D. Pedro II, o Rei Filósofo. Rio de Janeiro: Editora Biblioteca do Exército, 1975.
  • LEITE, Renato Lopes. Republicanos e Libertários: Pensadores Radicais no Rio de Janeiro (1822). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
  • LEITE, Renato Lopes. História da historiografia da Independência: apropriações do Sete de Setembro. Ensino e Pesquisa (União da Vitória), v. III, p. 34-50, 2007.
  • LIMA, Manuel de Oliveira. Dom João VI no Brazil (1808-1821). Rio de Janeiro: Editora Typ. Jornal do Commercio, 1908.
  • LIMA, Manuel de Oliveira. O Movimento da Independência. São Paulo: Editora Melhoramentos, 1972.
  • MALERBA, Jurandir. A corte no exílio: civilização e poder no Brasil às vésperas da Independência. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
  • MALERBA, Jurandir. (org.). A Independência brasileira: novas dimensões. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
  • MELLO MORAES, A. J. de. A Independência do Império do Brasil. Rio de Janeiro: Typ. do Globo, 1877.
  • NABUCO, Joaquim. Um Estadista do Império. Companhia Editora Nacional, 1936.
  • OLIVEIRA, Cecília Helena de S.. A independência e a construção do império. São Paulo: Atual, 1995.
  • SOUZA, Octávio Tarquínio de. A Vida de D. Pedro I (3 v.). Rio de Janeiro: Editora Bibliex e Livraria José Olympio, 1972.
  • SOUZA, Octávio Tarquínio de. (org.). História dos fundadores do Império do Brasil (10 v.). Editora Itatiaia, várias datas.
  • TORRES, João Camilo de Oliveira. A Democracia Coroada. José Olympio, 1952.
  • PRADO JÚNIOR, Caio. Evolução política do Brasil: Colônia e Império. São Paulo: Brasiliense, 1988.
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil

Um pouco da História de Palhano



Palhano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




Aniversário 8 de maio
Fundação 8 de maio de 1958
Gentílico palhanense
Prefeito(a) Francisco Nilson Freitas (PSD)
(2009–2012)
Localização
Localização de Palhano
Localização de Palhano no Ceará
Palhano está localizado em: Brasil
Localização de Palhano no Brasil
04° 44' 42" S 37° 57' 32" O
Unidade federativa  Ceará
Mesorregião Jaguaribe IBGE/2008[1]
Microrregião Baixo Jaguaribe IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Aracati, Beberibe, Itaiçaba, Jaguaruana e Russas.
Distância até a capital 127 km
Características geográficas
Área 442,785 km² [2]
População 8 869 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 20,03 hab./km²
Altitude 14,2 m
Clima Tropical Quente Semi-árido Brando/Tropical Quente Semi-árido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH 0,649 médio PNUD/2000[4]
PIB R$ 31 035,663 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 3 383,37 IBGE/2008[5]
Palhano município brasileiro do estado do Ceará.

História

Documentos históricos mostram que a cidade de Palhano entra para a história do Ceará na primeira metade do século XVIII, quando em 24 de outubro de 1733 foi feita a doação de uma Sesmaria de três léguas de terra (Datas e Fatos para História do Ceará, página 188) ao Coronel Manuel Gonçalves de Souza e ao Tenente-Coronel Estêvão de Souza Palhano, à margem do Riacho da Cruz, por serem descobridores do mesmo. A sesmaria denominada Cruz do Palhano, do Sr. Tenente-Coronel Estêvão de Souza Palhano, foi o primeiro povoado registrado na história do Ceará, na região onde hoje localiza-se o município de Palhano.
Na segunda metade do século XIX, em 18 de Agosto de 1882 um Ato provincial transforma a sesmaria do Sr. Estêvão em distrito, com a denominação de Cruz do Palhano subordinado ao município de São Bernardo de Russas. Pela lei provincial nº 2155, de 12 de agosto de 1889, transfere-se o distrito para município de União; E pelo decreto nº 58, de 4 de setembro de 1890, o distrito de Cruz do Palhano volta a pertencer ao município de São Bernardo das Éguas Russas.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o distrito de Cruz de Palhano, figura no município de São Bernardo das Éguas Russas. E Pelo decreto nº 448, de 20 de dezembro de 1938, o distrito de Cruz de Palhano passou a denominar-se Palhano e o município de São Bernardo das Éguas Russas a denominar-se simplesmente Russas. Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1950, o distrito de Palhano, figura no município de Russas. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1 de julho de 1955.
O distrito de Palhano foi elevado à categoria de município com a denominação de Palhano, pela lei estadual nº 4076, de 8 -05 -1958, desmembrando-se de Russas.

História política

A prefeitura foi instalada no dia 15 de maio de 1958, sendo designado para responder pela municipalidade o Sr. João Luís de Santiago, que permaneceu nas funções até 12 de abril de 1959, quando foi nomeado prefeito interino deste Município o Sr. Miguel Correia de Oliveira, até que fossem realizadas eleições municipais.
Os prefeitos eleitos de Palhano foram:
  • 3 de outubro de 1960 João Mateus Sobrinho, PSD;
  • 7 de outubro 1962 Jacó Severiano da Silva, PSD;
  • 15 de novembro de1966 João Mateus Sobrinho, ARENA;
  • 15 de novembro de 1970 Joaquim Barreto, ARENA;
  • 15 de novembro de 1972 Jacó Severiano da Silva, MDB;
  • 15 de novembro de 1976 João Mateus Filho, ARENA;
  • 15 de novembro de 1982 Joaquim Miguel de Lima, PDS;
  • 15 de novembro de 1988 João Mateus Filho, PDS;
  • 3 de outubro de 1992 Joaquim Félix Filho, PSDB;
  • 3 de outubro de 1996 João Mateus Filho, PPB;
  • 1 de outubro 2000 Francisco Lucilane de Moura, PSDB;
  • 3 de outubro 2004 Francisco Lucilane de Moura, PSDB;
  • 5 de outubro 2008 Francisco Nilson Freitas, PSDB. Atualmente no PSD

A história do nome Palhano

Há uma grande duvida sobre a origem do nome Palhano que vem do antigo nome “Cruz do Palhano”, pode ser uma homenagem ao riacho (Riacho da Cruz) e ao sobrenome do primeiro morador (Sr. Tenente-Coronel Estêvão de Souza Palhano) ou pelo mito popular do Sr. José Palhano e o Cruzeiro por ele encravado e bento pelo Frei Davi, numa de suas missões no ano 1901. Muitos atribuem o nome do município à palha oriunda da carnaubeira, vegetal de existência abundante na região. Outros que apontam a passagem da família Palhano pela região como a causa da nomenclatura.

Partidos politicos

Atualmente tem as seguintes agremiações politicias atuanto no município de Palhano:
fonte:http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-anteriores/eleicoes-2010/certidao-de-composicao-partidaria

Educação

O município de Palhano conta com 10 escolas de Ensino Fundamental e 1 escola de Ensino Médio. A rede municipal de ensino conta com aproximadamente 400 alunos na educação infantil, 1.300 alunos no ensino fundamental e 160 alunos na Educação de Jovens e Adultos.Temos em nosso município as seguintes escolas:
  • EEF. Mateus Sobrinho (SEDE)
  • EEF. Padre Severino Xavier (SEDE)
  • EEF. Joselita Santiago do Amaral (Canto da Cruz)
  • EEF. Josefa Maria da Natividade (Lagoa da Telha)
  • EEF. Adelino da Silva (Almas)
  • EEF. José Nunes Sobrinho (Barbada)
  • EEF. Mateus Sobrinho (Jurema)
  • EEF. Francisco Silvestre de Oliveira (Cajueiro)
  • EEF. Francisco Domingos da Silva (Feijão Bravo)
  • EEF. RAimundo Nogueira Barros (Distrito São José)
  • EEM. José Francisco de Moura (SEDE)
A Escola da rede estadual conta com um laboratório de informática, um laboratório de Ciências e uma biblioteca. Atendendo atualmente (2009) cerca de 460 alunos. Na localidade de Barbada funciona um anexo no período noturno.
Na atual administração a educação vem ganhando bastante destaque, fazendo parte da política adotada pela atual secretária de educação Ana Maria de Lima melhorar os índices de aprendizagem e para isso a secretaria conta com uma especializada equipe pedagógica que vem desenvolvendo um execelente trabalho de acompanhamento aos professores e alunos da rede municipal. como reconhecimento pelo esforço dos alunos, bimestralmente a secretaria premia o melhor aluno de cada bimestre com o Prêmio Meu Primeiro Computador, a escola seleciona os 10 melhores alunos, estes fazem uma prova e o melhor é premiado com diploma, medalha e um computador completo. Além do incentivo e acompanhamento as turmas do PAIC e os demais programaas que é aderido pelo o município.
A educação no município de Palhano foi trazida na administração do Prefeito Joaquim Barreto, quando promoveu aos municípes a oportunidade destes adquirirem maior conhecimento com a chegada da congregação das Irmãs Josefinas, e que além de desenvolverem seu trabalho religioso procuram também contribuir para a educação.

Economia

Além da moeda em circulação no país, o Real, no município de Palhano há um Banco Popular, onde circula uma moeda com o nome de Castanha. Sendo que a mesma só tem valor no comércio local.

População

Sua população estimada em 2007 era de 8.797 habitantes.
  • População: 8.797 habitantes
  • Homens: 4.418
  • Mulheres: 4.379
  • Dens. Demográfica: 20,08 hab/km²

Divisão administrativa

O município é constituído de dois distritos:
  • Palhano (sede)
  • São José
Limites Geográficos de Palhano:
  • Ao Norte faz limite com Beberibe.
  • A Nordeste com a cidade de Aracati.
  • A Leste, com Itaicaba.
  • A Sudeste com a cidade de Jaguaruana.
  • Ao Sul, Oeste e Noroeste com a cidade de Russas.

Principais comunidades e localidades

O Município possui como maior comunidade à comunidade de corrego da salça e vários aglomerados rurais. Sendo comumente dividido em duas grandes áreas: as comunidades da ribeira e as das lagoas. As comunidades da Ribeira são assim chamadas por estarem localizadas às margens do Rio Palhano. Já, as lagoas são comunidades estruturadas em torno de lagoas que existem no município. As principais comunidades da ribeira são Canto da Cuz, Alto São Luís, Lagoa da Telha, Lagoa Cercada, Almas. As principais comunidades das lagoas são Lagoa da Barbada, Cajueiro, Jurema, Pedra Branca, Feijão Bravo, Cedro Santana.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Palhano

Para Refletir: Dez coisas que levei anos para aprender



Dez coisas que levei anos para aprender

01- Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

02- Se você tivesse que identificar, em uma palavra,
a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu
(e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa
palavra seria reuniões.

03- Há uma linha muito tênue entre passatempo e doença mental.

04- As pessoas que querem compartilhar as
visões religiosas delas com você, quase nunca
querem que você compartilhe as suas com elas.

05- Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

06- Ninguém liga se você não sabe
dançar.
Levante e dance.

07- A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

08- Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira
com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

09- Seus amigos de verdade amam você de
qualquer jeito.

10- Nunca tenha medo de tentar algo novo.
                      

www.rivalcir.com.br

Palhano vive momento de pânico, Assaltantes explodem caixa eletrônico e disparam contra viaturas da polícia em Palhano


Foto Jeilson Santiago
A pequena e pacata cidade de Palhano, viveu momentos de pânico na madrugada dessa quinta feira 6 de setembro, quando aproximadamente 8 homens invadiram a agencia bancaria e ainda dispararam contra viatura da policia.
Esse é o segundo assalto registrado na agência em menos de um ano
  Foto Jeilson Santiago
Os acusados se dividiram em dois grupos. Uma parte se deslocou para o destacamento da Polícia Militar e efetuou diversos disparos contra as viaturas. Enquanto isso, os outros assaltantes tentaram explodir o caixa eletrônico da agência com dinamites.
De acordo com o Comando de Policiamento do Interior (CPI), o impacto dos explosivos quebrou as vidraças do banco. Os acusados fugiram sem levar o dinheiro. O CPI informou que foram utilizadas duas motos e dois carros na ação. A polícia está realizando buscas com o objetivo de prender os assaltantes.
Outro assalto
Esse não é o primeiro assalto registrado na agência. Em novembro do ano passado, cerca de dez homens armados invadiram a cidade de Palhano, fizeram um policial refém em um posto de gasolina e seguiram para o Banco do Brasil.


sábado, 1 de setembro de 2012

Para Refletir - Cavando um buraco

Cavando um buraco
 
Dois irmãos decidiram cavar um buraco bem profundo atrás de sua casa. Enquanto estavam trabalhando, dois outros meninos pararam por perto para observar.

-
O que vocês estão fazendo?
- perguntou um dos visitantes.

- Nós estamos cavando um buraco para sair do outro lado da terra! - um dos irmãos respondeu entusiasmado.

Os outros meninos começaram a rir, dizendo aos irmãos que cavar um buraco que atravessasse toda a terra era impossível.
Após um longo silêncio, um dos escavadores pegou um frasco completamente cheio de aranhas, insetos e pedras interessantes. Ele removeu a tampa e mostrou o maravilhoso conteúdo aos visitantes gozadores.

Então ele disse confiante, - Mesmo que nós não cavemos por completo a terra, olha o que nós encontramos ao longo do caminho!

Seu objetivo era por demais ambicioso, mas fez com que escavassem.
E é para isso que servem os objetivos: fazer com que nos movamos em direção de nossas escolhas, ou seja começarmos a escavar!

Mas nem todo objetivo será alcançado inteiramente. Nem todo trabalho terminará com sucesso. Nem todo relacionamento resistirá.
Nem todo amor durará. Nem todo esforço será completo. Nem todo sonho será realizado.

Mas quando você não atingir o seu alvo, talvez você possa dizer, - Sim, mas
vejam o que eu encontrei ao longo do caminho! Vejam as coisas maravilhosas que surgiram em minha vida porque eu tentei fazer algo!

É no trabalho de escavar que a vida é vivida. E, afinal, é a alegria da viagem que realmente importa!

Setembro inicia-se e assim começa os meses dos BROS

Setembro

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Ano: 2012
Década: 2010
Século: XXI
Milênio: III
Todos os dias
Wikcionário
O Wikcionário possui o verbete setembro
Setembro é o nono mês do ano no calendário gregoriano,começando no dia 4 de setembro que é feriado tendo a duração de 30 dias. Setembro deve o seu nome à palavra latina septem (sete), dado que era o sétimo mês do calendário romano, que começava em Março. Na Grécia Antiga, Setembro chamava-se Boedromion.[carece de fontes]
Em 22 ou 23 de Setembro, o Sol cruza o equador celeste rumo ao sul; é o equinócio de setembro, começo do outono no Hemisfério Norte e da primavera no Hemisfério Sul.

Missa Dominical - Procissão de entrada